Arquitetura Militar: tipos de fortificações

Atualizado: Mar 12


Na Idade Média, o armamento de disparo era limitado à neurobalística, que se constitui de elementos impulsionados por forças de flexão ou torção, como por exemplo: o arco, a besta e a catapulta.

Na segunda metade do século XIV, começou-se a utilizar a pólvora como propulsão, possibilitando a pirobalística, na qual estão inclusos: o canhão, o arcabuz, o mosquete e a pistola.

Como consequência dessa transformação para a arquitetura militar, as fortificações militares deixaram de se desenvolver no sentido vertical e passaram a avançar horizontalmente, principalmente por causa das substituições das torres pelos baluartes, passando do castelo para os fortes e fortalezas.

Antes de abordar os tipos de fortificações, é necessário falar um pouco sobre as baterias ou batarias. Uma bateria é um agrupamento de artilharias submetido a um mesmo comando.

Finalmente, vamos aos tipos de fortificações.

Castelo:

O castelo é uma residência real/senhorial, com altas muralhas e torres.

Castelo de Sabugal, Sabugal, Portugal.

Forte:

O forte possui duas ou mais baterias de artilharia localizadas na mesma obra.

Forte de McHenry, Whetstone Point, EUA.

Fortaleza:

A fortaleza também possui duas ou mais baterias de artilharia, porém estas estão localizadas em obras diferentes, geralmente com grande intervalo entre elas.

Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba, ilha de Araçatuba, Brasil.

Fontes:

http://fortalezas.org/?ct=galeria_busca_lista BARRETTO, Annibal.

Fortificações do Brasil. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2010.

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